Para que uma aplicação Angular seja encontrada, não basta que ela seja rápida; ela precisa ser “comunicativa” com os robôs de busca. No seu projeto, utilizará o tripé essencial de SEO técnico para garantir visibilidade orgânica.
1. O Mapa da Mina: Sitemap.xml Link para o cabeçalho
O sitemap.xml funciona como um índice para o Google. Ele informa quais páginas são prioritárias e com que frequência elas são atualizadas.
Implementação na sua aplicação:
Como o subdomínio é focado em geração de cartelas, nosso sitemap aponta para a raiz e para o fluxo principal de jogo:
<urlset xmlns="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9">
<url>
<loc>https://bingoshare.tpps.com.br/</loc>
<priority>1.0</priority>
</url>
</urlset>
- Localização: Deve ser salvo em
src/public/para que o Angular o mova para a raiz do servidor no build final.
2. As Regras de Trânsito: Robots.txt Link para o cabeçalho
O arquivo robots.txt é a primeira parada dos rastreadores (crawlers). Ele define o que pode ou não ser lido e, crucialmente, indica onde está o sitemap.
Configuração Estratégica:
User-agent: *
Allow: /
Sitemap: https://bingoshare.tpps.com.br/sitemap.xml
- Importância: Sem a linha do Sitemap, o Google pode demorar muito mais para descobrir novas páginas no seu subdomínio.
3. Google Search Console: O Painel de Controle Link para o cabeçalho
O Search Console é onde o desenvolvedor “conversa” com o Google. Para subdomínios como o nosso, a configuração segue passos específicos:
Verificação via Prefixo de URL:
-
Acesso: Entre no Google Search Console.
-
Propriedade: Escolha “Prefixo do URL” e insira
https://seudominio.com.br. -
Validação: Como o Google Analytics já está configurado no Angular, a verificação é automática e instantânea.
Submetendo o Sitemap:
Uma vez verificado, você deve informar o mapa manualmente:
-
Vá em Sitemaps no menu lateral.
-
Digite
sitemap.xmlno campo de envio.
Isso força o Google a processar seu domínio imediatamente.
4. Por que configurar no subdomínio? Link para o cabeçalho
Trabalhar com o domínio da sua aplicação exige que o Search Console entenda que este é um fluxo de tráfego independente. Isso permite:
-
Monitorar Cliques: Ver quais termos levam as pessoas a sua aplicação.
-
Core Web Vitals: Checar se a aplicação está carregando rápido o suficiente para os padrões do Google.
-
**Indexação de Cartelas: Garantir que o Google não tente indexar cartelas individuais (IDs dinâmicos), focando apenas no gerador principal.
Conclusão Link para o cabeçalho
Ao unir arquivos de configuração estáticos no Angular com o poder analítico do Search Console, sua aplicação deixa de ser apenas um script e se torna uma plataforma profissional pronta para escalar em tráfego orgânico.